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Notícias - nº 042/2018/SINDESP-PA - Publicado em 18/10/2018 

O canal de comunicação direta com o associado

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Combate à criminalidade e o futuro da segurança eletrônica.

 

Hoje vivemos um momento muito pontual para o mercado de segurança eletrônica. Não apenas na pauta mundial, mas, principalmente na realidade brasileira, o tema segurança pública tem sido uma crescente. Os fatores que impulsionam esse cenário têm suas fontes mais diversas, mas com um único objetivo final: o combate à criminalidade e a violência.

 

O momento acompanha a maturação do setor de segurança eletrônica. Estamos às vésperas de uma disruptura no que compete às tecnologias empregadas. Uma pesquisa recém-publicada pelo Gartner mostra que o valor do mercado global para a inteligência artificial (AI) é estimado para chegar a US$ 1,2 trilhões até o final deste ano e deverá crescer significativamente para chegar a 3,9 trilhões de dólares até o final de 2022.

 

Fonte: http://.www.ecommercenews.com.br.

Matéria Completa:  https://ecommercenews.com.br/artigos/dicas-artigos/combate-a-crimininalidade-e-o-futuro-da-seguranca-eletronica/

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Proposta prevê curso de segurança privada para quem cumpriu serviço militar obrigatório.

 

A Câmara dos Deputados analisa a criação do Programa Reservistas em Ação por Cidadania, que pretende treinar e empregar cidadãos que tenham cumprido o serviço militar obrigatório (Projeto de Lei 9956/18).

 

Pela proposta, empresas de segurança privada de todo o País ficam obrigadas a fornecer cursos de especialização nessa área a reservistas. Cada empresa deverá preencher entre 15% e 25% do seu quadro de empregados com reservistas em formação.

 

O programa assegura ao reservista que concluir o treinamento com aproveitamento o direito de ser integrado aos quadros da empresa.

 

“A disseminação do crime organizado no Brasil faz com que a consequência natural para um jovem com treinamento militar, com baixa escolaridade e com necessidade de sobrevivência seja, muitas das vezes, sucumbir ao assédio do crime”, observa a autora do projeto, deputada Laura Carneiro (DEM-RJ).

 

Na avaliação da deputada, o aproveitamento do militar reservista por empresas de segurança privada e congêneres é uma das formas de permitir a permanência desses jovens no “caminho do bem”. Ela lembrou de uma reportagem de TV que mostrou a prisão de um jovem que recebia do tráfico de drogas salário de R$ 20 mil para ser armeiro.

 

Fonte: Câmara dos Deputados.

Matéria Completa:  http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/563380-PROPOSTA-PREVE-CURSO-DE-SEGURANCA-PRIVADA-PARA-QUEM-CUMPRIU-SERVICO-MILITAR-OBRIGATORIO.html

Projeto na Íntegra:   http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2170883

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Fenavist se reúne com ministro da Segurança Pública.

 

No último dia 26 de setembro, o presidente da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), Jeferson Nazário, se reuniu com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. No encontro, Nazário esteve acompanhado pelos diretores da Fenavist Denilson Colodetti Pinheiro, Ivan Hermano Filho, Jacymar Daffini Dalcamini e a superintendente, Ana Paula Queiroga. 

 

Os representantes da segurança privada apresentaram números do segmento. Também foram expostos detalhes do projeto que a Fenavist tem desenvolvido com o objetivo de apresentar uma proposta de trabalho que possibilite a atuação nos pontos chave identificados como fatores de combate à criminalidade, e no incentivo de maior integração entre as seguranças pública e privada. 

 

Durante a conversa, Jeferson Nazário ressaltou que a intenção da Federação é contribuir, por meio do conhecimento e experiência das empresas, para que o setor de segurança privada se mantenha como um gerador de emprego formal, além de ser um agente ativo na busca pela melhoria do patamar de qualidade da segurança no País. 

 

Também foi exposta a preocupação com o fato de as empresas de segurança terem se tornado alvo de bandidos, que assaltam as bases operacionais e carros-fortes em busca de recursos para financiar outros crimes. Diante desse cenário, a Fenavist discutiu a possibilidade de uma parceria em que as empresas e os órgãos de segurança pública pudessem trocar informações da área de inteligência. A ideia é antecipar ataques de grupos organizados.

 

Ainda nesse sentido, a Federação solicitou a criação de um Comitê de Inteligência de Transporte de Valores. O objetivo é elaborar um plano de segurança pública permanente e especifico, por meio de grupos de trabalhos, em conjunto com as empresas de transporte de valores, e representantes de forças de segurança pública.

 

Outro ponto que mereceu destaque na reunião foi o Estatuto da Segurança Privada. Os diretores da Fenavist foram enfáticos ao defender a aprovação do Projeto de Lei que moderniza a legislação da segurança privada. Foi solicitado a ajuda do ministro Jungmann para que a votação no Plenário do Senado, último passo antes da sanção presidencial, ocorra ainda este ano. 

 

Por fim, a Federação solicitou que o Ministério da Segurança Pública aprove a solicitação Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que pede para ter assento no recém-criado Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS).  Foi explicado que, em sendo autorizado, a CNC designará à Fenavist para representar todo o setor de comércio, serviços e turismo. 

 

Fonte: Site Fenavist.

Matéria Completa:  http://www.fenavist.com.br/noticia/enavist-se-reune-com-ministro-da-seguranca-publica/